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Olá!😀

Conforme combinado, aqui fica a tarefa proposta na aula.

Bons textos!😉

8 Comments

    • Nádia Barbosa
    • Posted Abril 25, 2009 at 6:37 pm
    • Permalink

    Capítulo XXXVI

    Depois das apresentações Robinson e Domingo admiraram a bela paisagem.
    Entretanto os dois amigos, deram um passeio agradável pela ilha.
    -Robinson.- disse Domingo – nunca estive num lugar tão belo.
    Robinson sorriu e perguntou-lhe:
    -O que queres fazer agora?
    -Ahhh, não sei, dá tu uma sugestão. – respondeu Domingo.
    -E se fosse-mos pescar? – perguntou Robinson.
    -Pode ser. – disse Domingo.
    Enquanto preparavam as coisas Robinson reparou que Domingo estava triste e perguntou-lhe:
    -O que tens Domingo? – perguntou-lhe o amigo.
    -Não sei pescar muito bem – respondeu Domingo com um ar triste.
    Robinson disse rapidamente:
    -Não fiques triste, eu ensino-te.
    Domingo, depois destas palavras sorriu.
    Porém, quando terminaram de pescar foram almoçar, pois Domingo estava esfomeado.
    Durante o almoço Domingo disse a Robinson:
    -Já não comia um peixe tão bom à muito tempo.
    -Ainda bem que gostaste. – disse Robinson.
    Umas horas depois os amigos foram dividir um ananás.
    Eles estavam muito contentes, mas Robinson nestes momentos lembrava-se muito de Sexta-feira.
    -O que vamos fazer agora?-perguntou Domingo.
    -A esta hora costumo fazer uma sesta. – respondeu Robinson.
    -Acho bem! – disse Domingo – por acaso estou cansado.
    Durante a sesta, Robinson lembrou-se muitas vezes de Sexta-feira, de todos os momentos que passaram e tudo o que fizeram até à sua partida. Mas sabia que não estava só, pois Domingo estava ali para lhe fazer companhia.

    Autoras: Daniela e Fátima

    • Nadia
    • Posted Abril 25, 2009 at 6:39 pm
    • Permalink

    Professor o texto é da Daniela e da Fátima, elas pediram me para passar e eu esqueci-me de mudar o nome.

    • Leonardo e João
    • Posted Abril 26, 2009 at 10:40 am
    • Permalink

    Continuação de “SEXTA-FEIRA OU A VIDA SELVAGEM”

    E o ex-grumete Jean agradecido pelo seu nome diz:
    -Obrigado por me teres escolhido um novo nome, aliás era mesmo disso que eu precisava, de um novo nome.
    E Robinson, olhando-o, questiona-o:
    -Não tens de quê, e perdoa-me lá esta minha curiosidade… por que é que me agradeces por eu te ter escolhido um novo nome?
    – O meu antigo nome apenas me fazia lembrar os maus tempos que vivi, quer depois da guerra da qual me levaram de meu país, quer dos tempos difíceis e terríveis que vivi no Whitebird.
    E continuaram essa longa conversa, na qual Robinson chegou a proferir que dali em diante não iria fazer com Domingo, o que havia feito com Sexta-feira, seu velho e fiel amigo e servo que o tinha abandonado. Estava também arrependido de todo o trabalho que o tinha obrigado a fazer.
    Queria então dizer com isto que não iria fazer de Domingo um servo, mas com ele iria edificar Speranza, que mais tarde poderia ser uma ilha que já constasse no mapa, e onde morassem várias pessoas, famílias e até quem sabe toda a antiga York. Quem sabe também se a sua família não o procuraria lá e tivessem, todos juntos uma vida feliz e modesta na sua nova casa, Speranza. Os anos iam passando e a cada dia que passava a velha Speranza ia ficando cada vez mais assemelhada às cidades ricas do mundo, que à memória de Robinson lhe pareciam ser as cidades modelo.
    Mais tarde passaram por lá vários navios de todos os cantos do mundo, e nas suas viagens de regresso iam espalhando a nova notícia de ter sido encontrada uma ilha à qual um dos seus dois habitantes lhe tinha dado o nome de Speranza. Os navios que visitavam Speranza vinham sempre super-lotados e cada vez mais o interesse das pessoas em conhecer aquela nova ilha era maior.
    Um certo dia, mas não um dia qualquer, um dia belo, onde os pássaros cantavam as flores desabrochavam e aves chegavam de outros lugares, Robinson teve uma sensação estranha, um pouco estranha mas de um certo modo era bom senti-lo.
    Robinson, foi ter com Domingo que estava no miradouro que ambos haviam construído e parecia bastante atento. Tinha consigo o velho óculo que Robinson lhe dera para observar o mar e as gaivotas, e Domingo disse num tom de voz mais ou menos alto:
    -Robinson, consigo observar com clareza um barco que se aproxima na nossa direcção.
    -Deve ser mais uma das visitas que nos aguarda o destino todos os dias. -disse Robinson como que a acabar a frase que Domingo estava a dizer.
    -Sim, mas este é diferente, é de nacionalidade inglesa, e segundo o que me ensinaste tem na parte da frente do navio uma bandeira de York.
    -Deixa-me ver, – disse Robinson num tom de ordem. Parecia que cada vez mais a sensação que Robinson tinha se alastrava pelo corpo, e à medida que o navio se aproximava ele sentia-a menos. Mas que queria dizer isso?…
    O navio parou perto dos destroços do “Virgínia”, e logo se fez ouvir o tilintar da corrente na qual pendia a âncora. Depois saíram de lá dois botes carregados de pessoas que pareciam vir para ficar. Vinham cheias de malas e caixas que provavelmente teriam provisões para, em Speranza, permanecer. Quando os botes pararam no areal molhado e as pessoas saíram e pisaram terra, Robinson reparou numa bela senhora que se destacava no meio de todos os outros. Para Robinson aquele rosto era-lhe familiar mas de onde conheceria aquela personagem magra, alta, elegante e bela. Não queria ser desajeitado, mas era bastante curioso e não desistia enquanto não descobrisse quem era aquela bela mulher. Na expressão dela notava-se um tom de procura que lhe pesava no rosto. Quando viu Robinson, olhou uma foto que trazia na mão direita de pele clara e delicada. Logo depois deu um salto de espanto e correu para Robinson, decerto tinha reconhecido seu marido pelo rosto. Foi então que Robinson reconheceu aquela senhora, era sua mulher. Uma expressão de alegria encheu os dois rostos. E correram para os braços de cada um, cumprimentaram-se e questionaram-se se seriam mesmo quem eles pensavam. Robinson convidou-a a dar uma volta pela ilha. Com um sorriso ela não foi capaz de dizer que não ao irresistível convite feito pelo seu marido.
    Começaram pela parte norte da ilha e Robinson começou por lhe apresentar suas culturas: os verdes prados, os campos cobertos de flores de inúmeras cores depois andando mais para sul da ilha mostrou-lhe a maior parte da sua civilização, a sua casa, uma pequena capela e depois o espigueiro que estava cheio de milho a seguir mostrou-lhe um dos seus mais importantes projectos, o Evasão, que havia decepcionado Robinson pois constituiu um grande fracasso. E por fim a gruta onde passara horas sem fim, e onde lhe vieram memórias da família e de toda a sua vida antes do naufrágio, que lhe havia mudado toda a sua vida. Mas, e agora, iria ficar em Speranza, ou voltaria para York. Decidiu ficar na ilha, os visitantes também ficaram. Viveram então em paz e harmonia o resto dos dias que lhes restavam.

    • José Ferreira
    • Posted Abril 26, 2009 at 5:21 pm
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    Nádia: acrescentei os nomes da Daniela e da Fátima no final do texto.

    • Liliana e Carla
    • Posted Abril 26, 2009 at 8:51 pm
    • Permalink

    “Sexta-Feira ou a Vida Selvagem”-continuação

    Robinson sentia-se abalado com a partida de Sexta-Feira. Mas a companhia de Domingo confortara-o.
    Sentados à beira-mar, Robinson pensava na possibilidade de Sexta-Feira servir de escravo para o comandante do Whitebird.
    – Em que estais a pensar, senhor? – Questionou-o Domingo.
    Com ar fatigado, Robinson respondeu:
    – Penso em como Sexta-Feira se estará a adaptar a bordo do Whitebird…
    – Peço desculpa por tocado nesse assunto. Sou apenas um escravo e nada disso me diz respeito.
    Robinson, debruçando o olhar sobre Domingo, disse-lhe:
    – Não me trates por senhor, pois não sou nem serei teu amo. Serás um amigo e não um criado.
    Domingo ficara lisonjeado com a decisão de Robinson, imaginando em como seria a sua vida dali em diante. Seria uma pessoa livre e confortada por um amigo verdadeiro.
    – Não criarei regras em lado algum. A minha última experiência não me valeu de muito. Colocar Sexta-Feira como meu escravo fez-me sentir poderoso e confiante, não tendo a noção de que havia coisas mais importantes no mundo. – Concluiu Robinson. – Viveremos a vida à medida que ela for passando, sem fazer planos para o futuro…

    • Nadia
    • Posted Abril 27, 2009 at 8:13 pm
    • Permalink

    Ok professor.

    • Ricardo e Zé
    • Posted Abril 28, 2009 at 1:11 pm
    • Permalink

    Sexta-feira ou a vida selvagem .

    Ultimo capitulo
    Robinson não se arrependeu de ter voltado para a ilha, pois tinha um novo amigo, ao qual deu o nome de Domingo. Eles caçavam, pescavam e começaram a construir uma cabana com melhores condições. Eles conversavam muito. Domingo não tinha as mesmas qualidades que Sexta-feira, mas também era uma boa companhia. Apesar de não ser um escravo como o índio fazia muitas tarefas a Robinson, embora não fosse tão engenhoso como Sexta-feira. Continuavam a ter o seu cão Benn que continuava a fazer as suas longas sestas, mas agora sem o seu parceiro Sexta-feira que decidiu ir conhecer novas partes do mundo com a sua nova tripulação. Um dia sem eles contarem, chegou á ilha um marinheiro ao qual deram o nome de sábado, pois a sua história de vida era idêntica à de Robinson.
    Eles acolheram-no e aos poucos tornaram-se grandes e bons amigos.
    Jamais pensavam em separar-se e em sair daquela maravilhosa ilha. No entanto, Robinson sentia um vazio no seu coração, faltava-lhe o seu grande amigo Sexta-feira, mas sabia que em alguma parte do mundo ele estaria feliz e rodeado de grandes e novos amigos.

    • francisco e jorge
    • Posted Maio 3, 2009 at 3:07 pm
    • Permalink

    Nos primeiros dias, Domingo andava eufórico. Sentia-se livre e tudo lhe parecia bem.
    Passados alguns meses começou a sentir saudades do convívio com outras pessoas e da sua família que costumava visitar de seis em seis meses, quando era grumete. Disse a Robinson que queria regressar aos tempos de servir à mesa no barco. Reconhecendo que não ia ser fácil convencer Domingo a permanecer na ilha por muito mais tempo, Robinson lembrou-se imediatamente do Evasão e colocou a hipótese de construirem um novo barco que poderia ajudar o seu novo companheiro a deslocar-se para um território mais civilizado.
    O antigo grumete tinha roubado alguns mapas da zona ao capitão do navio. Com a ajuda de um dos mapas Robinson descobriu uma ilha colonizada pelos ingleses num arquipélago relativamente próximo.
    Começaram a construir o denominado Evasão 2 num local que facilitasse a sua deslocação para o mar. Demoraram vários meses a termina-lo, pois todos os materiais eram extraidos da floresta.
    Lançaram-se ao mar e passados sete dias chegaram à referida ilha. Era maior e lá vivia muita gente.
    Domingo adaptou-se rapidamente àquela vida e decidiu ficar lá a viver. Robinson ficaria na ilha durante seis meses e depois regressaria a Speranza pois era lá que se sentia em casa.
    Na semana em que Robinson se preparava para partir, atracou um enorme barco no porto. Era o Whitebird. Robinson lembrou-se logo de Sexta-feira. Nunca mais teve notícias dele. Faria parte da tripulação do navio? Não descansou enquanto não tirou esta dúvida.
    Infiltrou-se no navio sem ninguém se aperceber e encontrou o índio a dormir no convés. Estava mais magro e com aspecto pouco saudável. Ficou chocado por ver o antigo amigo em tão mau estado. Parecia que tinha sido torturado. Robinson tocou-lhe nas costas e ele acordou. Parecia assustado! Reconheceu Robinson e pediu-lhe que o tirasse dali pois tinha sido transformado num escravo do capitão. Sexta-feira contou-lhe que tinha sido mal tratado e só executava trbalhos sujos e pesados. Ambos fugiram rapidamente do navio.
    Sexta-feira confessou a Robinson que tinha muitas saudades dos tempos que passaram juntos em Speranza. Robinson ficou muito contente pois percebeu que ia ter companhia.
    No dia seguinte despediram-se de Domingo, abasteceram o barco e partiram rumo a Speranza
    onde continuaram a sua vida feliz e calma.


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